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Em 2024, a criadora portuguesa Teresa Silva é a artista convidada para estar Em Casa nos EVC.

Em Casa é um espaço destinado a criadores(as) da área da dança, propondo que ao longo de uma temporada desenvolvam o seu trabalho nos EVC. Depois da presença de Miguel Moreira, João dos Santos Martins, Jonas & Lander, Marlene Monteiro Freitas e Victor Hugo Pontes, em 2024 acolhemos as propostas de Teresa Silva, que nos dará a conhecer o seu trabalho nas suas várias facetas e dimensões.

Durante um ano de intervenção, vários programas da sua autoria ou em colaboração com convidados(as) habitarão os espaços dos EVC.

Teresa Silva (Lisboa, 1988) dedica-se à investigação, criação e interpretação nas áreas da dança contemporânea e da performance desde 2008. Vê a dança como algo que excede o corpo físico, o que se traduz num trabalho de atenção e sensibilidade, bem como numa abordagem multidisciplinar ao movimento.

A artista trará aos EVC um conjunto de propostas muito diferentes entre si, em colaboração com Sara Anjo, David Marques, Kristina Norman, Mathieu Bouvier, Loic Touzé, entre outros(as).

Oráculo estendido - para uma investigação sobre práticas de cuidado, atenção e relação Sara Anjo e Teresa Silva andam desde 2017 interessadas em investigar as potencialidades do corpo enquanto lugar de conhecimento e de revelação, tendo já desenvolvido laboratórios e uma peça a partir da premissa «pode o corpo ser um oráculo?» Há uma grande diversidade de pessoas que partilham esta curiosidade pelo desenvolvimento de práticas que visam uma consciência holística do corpo e Oráculo estendido é um convite a dar continuidade a esta investigação, abrindo-a a outras pessoas e expandindo a pesquisa para outras linguagens, práticas e perspetivas.

Fazer falar o fazer - dispositivos para criar discurso sobre práticas artísticas Este projeto, pensado e desenvolvido por David Marques e Teresa Silva, surge da vontade de que o trabalho da sua geração tenha um lugar onde se inscrever e do desejo de juntar comunidade em torno das questões que os movem e ocupam nas suas práticas artísticas. Nesse sentido, os artistas irão desenvolver diferentes dispositivos para fomentar o pensamento, a palavra e a escuta, e proporcionar o encontro entre artistas e entre artistas e público.

Carnation Depois de terem colaborado em Orchidelirium - An appetite for Abundance, projeto apresentado na Bienal de Veneza (2022), a artista visual estoniana Kristina Norman junta-se a Teresa Silva para conceber uma nova criação para palco. Desta vez, as artistas partem do cravo vermelho enquanto símbolo de poder e liberdade, procurando pôr em diálogo a cultura e a história dos respetivos países de origem.

Ah! - Sessões de experimentação entre práticas artísticas e terapêuticas Nesta proposta, liderada por Teresa Silva, a artista pretende evidenciar como a prática artística gera estados de atenção, autoconhecimento e transformação que intensificam as potencialidades do ser humano. Nestas sessões, que serão individuais, cada pessoa será convidada a escutar o que a afeta no momento presente para, a partir daí, trabalharem em conjunto num caminho sensível e experimental, intersectando os campos artístico e terapêutico.

Para preparar estas sessões, Teresa Silva apoia-se na investigação desenvolvida com Sara Anjo em torno da questão «pode o corpo ser um oráculo?» e encontra inspiração no trabalho de artistas como Anna Halprin, Lygia Clark (Objetos relacionais), Alejandro Jodorowsky (Psicomagia) e Valentina Desideri (Fake Art Therapy), que fizeram e fazem da sua prática artística lugares de afeto, ritual e cura.

Artista convidada

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