A formação de Andresa Soares dividiu-se entre as artes plásticas e a dança e, desde cedo, iniciou a sua actividade como criadora nas artes performativas tendo até então realizado mais de 20 criações.
O seu trabalho cruza várias áreas artísticas procurando atravessar livremente o uso da palavra, do movimento, da imagem, do som, da presença do público ou a consciente anulação de uma destas partes, utilizando o constrangimento como a demanda que a formulação do projecto motiva. Como performer/intérprete trabalhou em dança, teatro e cinema com José Laginha, Luís Castro, Nuno M. Cardoso, Ricardo Aibéo, Michel Simonot, Vera Mantero, Maria Ramos, Vanessa Garcia, Bruna Carvalho, BLITZ – Theatre Group, Patrick Mendes, Pierre Coulibeuf, Emily Wardil, Catarina Mourão, entre outros.
Em 2002 fundou a Máquina Agradável que co-dirigiu com Lígia Soares até 2014.
Actualmente integra o colectivo Apneia Colectiva.
Fotografia (c) Alípio Padilha