José Jalane

Artistas

Bailarino, Coreógrafo, Professor

José Jalane, nascido em Moçambique, cidade de Maputo, é bailarino, coreógrafo, capoeirista e professor. Familiarizou-se desde criança com várias formas de dança, inicialmente danças tradicionais moçambicanas e capoeira, tendo mais tarde contactado com a dança contemporânea. Em Moçambique aprendeu junto de vários professores nacionais e internacionais. Mais tarde frequentou também o programa de formação internacional Tuco Pamoja na Noruega, em 2014.

Em Moçambique, trabalhou com a Companhia Nacional de Canto e Dança entre 2011 e 2015. Desde 2016 faz parte da CulturArte — Cultura e Arte em Movimento, sob direção de Panaibra Canda, como intérprete e assistente coreográfico. Participou em inúmeras obras desta companhia, das quais destaca Borderlines (2021), Mentiras Aplaudidas (2022) e Poema do gesto (2022).

Entre 2019 e 2023, como intérprete e criador, apresentou obras na plataforma internacional de Dança Contemporânea KINANI. Tem também participado em festivais internacionais na Alemanha, França, Espanha, Portugal, Ilha da Reunião e Índia, entre outros. Estreou o seu projeto a solo Sonâmbulo em 2023.

No mesmo ano, iniciou a sua colaboração com a Nome Próprio com Bantu. Participou na criação de Victor Hugo Pontes Há Qualquer Coisa Prestes a Acontecer, na produção de Transit Zwickau do Theater Plauen-Zwickau (2025) com coreografia de Panaibra Canda e em Que bem posso escusar trazer escrito em papel o que na alma andar devia (2025) de Joana Craveiro/Teatro do Vestido, no âmbito dos Encontros para o Futuro VII, um programa dos Estúdios Victor Córdon.

Fotografia (c) Estelle Valente | EVC 25

  • Participante nos programas

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