Márcia Lança

Artistas

Coreógrafa, performer

Márcia Lança é Portuguesa e vive em Lisboa. Em 2008, fundou a VAGAR, da qual é diretora artística. Move-se em territórios onde as fronteiras entre o ficcional e o real são ténues e difusas. O seu interesse pela materialidade poética de ações e tarefas concretas está no centro dos seus processos de criação. É apaixonada por composições coletivas emergentes, pelo pensamento enquanto ação e por construções situadas. Destaca, como criadora, os trabalhos Quase Nada é um Plano (2024), Dentro da Cabeça (2024), CAVALA (2023), Outro lado é um dia (2021) e a derivação É Só Um Dia (2022), Dentro do Coração (2019), NOME (2017), Por esse Mundo Fora (2016), Evidências Suficientes para a Não Coerência do Mundo (2014), Happiness and Misery (2014), 9 Possible Portraits (2014), O Desejo Ignorante (2011), Trompe le Monde (2011), Mecânica 1 e Mecânica 2 (2011) e Morning Sun (2009). Recebeu em 2006 o primeiro prémio do Programa JAJ-CCB com o solo Dos joelhos para baixo. Colabora com o artista João Fiadeiro na investigação e desenvolvimento da Composição em Tempo Real desde 2003. Treina Kung-Fu Flor de Lótus desde 2008 com Guilherme Luz. Colaborou também com Cláudia Dias, Olga Mesa, Ana Gil e Nuno Leão, Marta Dell’Angelo, Jørgen Knudsen, Paula Diogo, Jannine Rivel, Alex Cassal, e Thomas Forneau, entre outros. Licenciada em Antropologia pela FCSH-UNL. Desenvolveu ativamente ateliers de investigação artística com crianças no Gymnasium|Casa Branca — Lagos (2019-2022) e com a Associação SerPessoa (2001-05), entre outras aulas soltas de anatomia imaginada, corpos coletivos e processos colaborativos. Foi curadora do PACAP 5 — Forum Dança com Carolina Campos, Daniel Pizamiglio e João Fiadeiro.

Fotografia (c) Daniel Pizamiglio

  • Participante nos programas

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