Para uma Timeline a Haver : genealogias da dança enquanto prática artística em Portugal

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A edição VII da Timeline será a última no seu formato de exposição, e encerra um ciclo no projeto iniciado em 2016. Ana Bigotte Vieira, Ana Dinger, Carlos Manuel de Oliveira e João dos Santos Martins juntam-se nos EVC para dar continuidade à Timeline.

PARA UMA TIMELINE A HAVER é um exercício coletivo de sinalização de marcos relativos ao desenvolvimento e disseminação da dança como prática artística em Portugal nos séc. XX e XXI. Levado a cabo intermitentemente desde 2016 e assumindo o presente como lugar de enunciação, visa permitir uma sinalização cruzada, relacionando eventos de matriz social, política, cultural, biográfica e artística. Exercício aberto e em processo, a cada edição sofre distintas mutações que levam frequentemente a uma reconfiguração física e metodológica do próprio projecto, que é obrigado a repensar-se. Assumindo o presente como lugar de enunciação, assenta na construção singular de uma série de cronologias para a dança contemporânea em Portugal - dispondo no mesmo plano visual eventos de matriz social, política, cultural, biográfica e artística. Com este exercício trata-se de sinalizar episódios que - influenciando autores, práticas e instituições-se inserem numa perspetiva alargada tanto das transformações pelas quais a sociedade portuguesa passa como do discurso sobre o coreográfico (e o que é ou pode ser a dança como prática artística), criando uma ferramenta de estudo com ênfase não apenas na possibilidade de acreção, correção e remoção de informação, mas sobretudo na capacidade de multiplicação e desmultiplicação de ligações e narrativas. Aproximando-se de estudos que procuram entender como disputados e operativos (e não fixos e imutáveis) os adjetivos 'novo', 'velho' e 'clássico' mas também a tríade 'moderno', 'modernização' e 'modernismo' – o dispositivo performativo de PARA UMA TIMELINE A HAVER permite provocar e construir memória, contribuindo para a elaboração de uma historiografia multivocal e descentrada.

Em 2023 realiza-se a edição VII da Timeline e será a última no seu formato de exposição, encerrando um ciclo no projeto iniciado em 2016. Se as edições anteriores se caracterizaram sobretudo por exposições em que foi dada a ver a investigação, esta edição da Timeline tem a particularidade de se focar principalmente nas obras, documentos e arquivos que constituem essa história — e que foram sendo encontrados no decorrer das anteriores edições.

Curadoria: Ana Bigotte Vieira, João dos Santos Martins
Co-curadoria, investigação e edição: Ana Dinger, Carlos Manuel Oliveira
Coordenação editorial do catálogo: Ana Dinger
Consultores gerais: André Lepecki, Vera Mantero, Miguel Wandschneider
Consultores por década: Daniel Tércio, Alice Samara, Júlia Leitão de Barros, Manuel Deniz Silva, Luís Trindade, Rahul Kumar, Luísa Roubaud, Paula Rocha e Ana Dinger, Stephanie Gonçalves, Luiz Antunes e Fernanda Rollo, José Sasportes, Maria de Assis, Margarida Bettencourt, Rui Horta, António Pinto Ribeiro, André Lepecki, Maria José Fazenda, João Fiadeiro, Sílvia Tengner, Alexandra Balona.
Contribuidores (2016-19): Alexandra Balona, Ana Cristina Vicente, Ana Dinger, Ana Mira, André e. Teodósio, António Cascais, Cristiana Rocha, Cristina Grande, Cristina Santos, Daniel Tércio, Duarte Bénard da Costa, Elisabete Paiva, Ezequiel Santos, Gil Mendo, Joclécio Azevedo, Luísa Roubaud, Magda Henriques, Margarida Bettencourt, Maria José Fazenda, Mariana Brandão, Mariana Pinto dos Santos, Mónica Guerreiro, Paula Caspão, Paula Garcia, Pedro Cerejo, Rita Luís, Rita Natálio, Rahul Kumar, Rogério Nuno Costa, Sílvia Pinto Coelho, Tiago Bartolomeu Costa.
Produção: Associação Parasita
Co-produção: (2019) Alkantara Festival, Centre National de la Danse — Aide à la recherche et au patrimoine en danse (Pantin, FR), Materiais Diversos; (2016) República Portuguesa: Cultura/ DGArtes Direção-Geral das Artes, Fundação Calouste Gulbenkian
Apoios: Centro de Estudos de Teatro, Instituto de História Contemporânea, Livraria Tigre de Papel (2016), Teatro Sá da Bandeira (Santarém, 2016), Teatro Viriato (2017).
Agradecimentos: ACCCA, Ana Pais, António Laginha/Centro Dança de Oeiras, António Liberato, Bernardino Aranda, Daniel Tércio, David Guéniot, Escola Superior de Dança, Ezequiel Santos, Emília Rosa, Francisco Camacho, Gil Mendo, Joana Patita, João Fiadeiro/RE.AL, José Sasportes, Júlia Bigotte Aranda, Leonor Lopes, Leonor Mendes, Liliana Coutinho, Luísa Roubaud, Madalena Victorino, Maria João Brilhante, Maria Filomena Molder, Maria João Guardão, Maria José Fazenda, Margarida Franco, Peter Schau, Rui Lopes, Sílvia Pinto Coelho, Susana Neves.
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