Partindo das ideias de fabulação e trans-corporalidades como conceitos centrais, as práticas artísticas que proponho exploram capacidades do corpo que esquecemos, que ignoramos ou que desejamos re-aprender. São práticas que fendem o corpo que conhecemos para abrir caminho a outras corporeidades para além da humanidade fabricada pela modernidade colonial. De que modo a coreografia permite fabular com estas experiências e convidar o público a co-sentir com elas? ― Amador Alina Folini
(Co-apresentação com Casa da Dança e Teatro Municipal Joaquim Benite)
