O guia não sabe. E se estivermos a olhar para o lugar errado? Entre corpos, objetos, máquinas e espaços, a visita começa a desviar-se. O que deveria ser explicado passa a ser experimentado. O que deveria ser observado começa a observar-nos.
Investigo uma situação onde o corpo é simultaneamente visitante, instrumento, pergunta e resposta. Através do movimento, do jogo e da atenção, o grupo constrói um percurso que ninguém consegue controlar completamente.
Uma visita àquilo que ainda não sabemos como ver.
— José Ferreira
