Sofre de asma crónica desde que se mudou do Brasil para Portugal em 1989, ano em que nasceu. Federou-se em voleibol para rematar a doença, acabando por se formar em dança. A atribuição de dois prémios em coreografia — 1º prémio no Festival Koreografskih Minijatura (Sérvia) com a peça Noodles Never Break When Boiled (2012) e 2º prémio na No Ballet International Choreography Competition (Alemanha) com Cascas d’OvO (2013) — motivaram-no a persistir na criação coreográfica em vez de trabalhar num call center. Tem vindo a colaborar com Jonas Lopes desde 2013, assinando obras como ADORABILIS (2017), Coin Operated (2019) e Bate Fado (2021). A solo, criou Sovaco de Cobra (2022) para a companhia nacional de dança contemporânea norueguesa Carte Blanche, Pink Fraud (2024) para a companhia alemã TanzMainz e Catedral para a estrutura Sub.Lab na Hungria.